Normativity, Naturalism, and Social Philosophy

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PROGRAMA:
Normatividade, Teoria Crítica e Epistemologia Social

PROFESSOR: Nythamar de Oliveira

DISCIPLINA: 41521-03 Ética e Política: Indivíduo, Sociedade e Estado 8

CRÉDITOS: 03 - ANO/SEMESTRE: 2012/II

Sala 507 / Prédio 40 (Museu de Ciências e Tecnologia - PUCRS)

 

Website: http://www.nythamar.com/normativity.html



Abstract: Following a sociological, pragmatic interpretation of the later Wittgenstein's Philosophical Investigations, Jürgen Habermas has assumed the so-called thesis of the normativity of meaning, according to which there are rules for the correct use of expressions and words and these rules ought to be followed by speakers, actors or members of a given community or social group. For Habermas, pragmatic normativity entails an epistemic conception of meaning that anchors understanding to practical normative responses of speaking, acting members of a given community. Habermas broadly agrees with Robert Brandom in his pragmatic reconstruction of the normativity of the practice of linguistic communication, especially as communicative action inevitably resorts to reason and language for both speaking and acting in a meaningful way. According to this view, normative pragmatics is ultimately compatible with nonreductive versions of naturalism (and materialism), as long as the social, public dimension of consent or agreement can be shown to be decisive for moral normativity in a conventional or nonnatural sense.

Habermas thinks, however, that Brandom overlooks the intersubjective interpretation of objective validity, and proposes thus to identify the normative thrust of epistemic and moral beliefs with validity claims. Even so, Habermas does not think that beliefs play as such any constitutive role in practical discourse, and seeks rather to ground normative justification on rightness, to be distinguished from truth and neutrally construed so as to allow for a pluralism of social lifeworlds and a diversity of backgrounds of validity claims. In the ongoing processes of reaching understanding, members of a speaking, acting community will pursue their goals cooperatively so that a pragmatics must account both for semantic conceptions and presupposed meanings in their daily dealings. There remains a problem for social epistemology in interprersonal relations, as Habermas's discourse ethics is presented as a moral theory aiming at universal legitimacy, as opposed to his concession that ethical theories could provide conditions for normative justification within a given community or social lifeworld, so as to accomodate naturalist inputs for social evolution. Furthermore, Habermas's theoretical and practical approaches to normativity and objectivity are subtly combined within a research program of Kantian pragmatism that remains somehow susceptible to dualist interpretations. All in all, Habermas's weak naturalism holds that nature and culture are continuous with one another, hence an upshot of his conception of social evolution is that societies evolve to a higher level only when learning occurs with respect to their normative structures. According to both Habermas and Brandom, "in questions of epistemic validity the consensus of a given linguistic community does not have the last word. As far as the truth of statements is concerned, every individual has to clarify the matter for himself in the knowledge that everyone can make mistakes."(Habermas, 2003, p. 142)

Weak naturalism allows thus for social evolutionary processes guided by normative claims, in both reflexive and social terms, with a view to realizing universalizable, valid normative claims that are justified from the moral standpoint. I should like to propose that Habermas's pragmatism can embrace Jesse Prinz's transformation naturalism ("a view about how we change our views") and its cultural relativism without adopting moral relativism as long as the universalist, moral premises of its formal pragmatics are ultimately understood as part of an ethical learning process.

 

1.1 EMENTA (2012/2 - Normatividade, Teoria Crítica e Epistemologia Social):

Neste seminário, que dá continuidade a nossas investigações e discussões em teoria crítica, normatividade e naturalismo, devemos explorar o enfoque de uma epistemologia social expansionista que seja capaz de responder aos desafios normativos de modelos construtivistas (Rawls) e reconstrutivos (Habermas) da razão pública e das instituições e práticas sociais em sociedades democráticas pluralistas. Seguindo Alvin Goldman, ao dividir as concepções correntes de epistemologia social em três tipos – (1) revisionismo, (2) preservacionismo e (3) expansionismo—, buscaremos reexaminar concepções mitigadas ou fracas de construcionismo social, que se esquivam de reduzir questões epistêmicas e cognitivas a efeitos de processos sociológicos e rejeitam que a normatividade ou a própria verdade sejam redutíveis a uma construção social, de forma a preservar uma concepção cognitiva de objetividade e de normatividade moral. Ao contrário do relativismo, do niilismo e do ceticismo ético-morais associados ao revisionismo, pode-se destarte responder aos desafios normativos do relativismo cultural e do pluralismo razoável, evitando concepções dogmáticas, fundacionistas e inconsistentes de justificação epistêmico-normativa.

1.2 EMENTA (2012/1 - Normatividade, Naturalismo e Filosofia Social):
Neste seminário devemos explorar dois problemas que unem a concepção moderna de liberdade (e seus correlatos iluministas de autonomia, emancipação e progresso) a formulações empíricas, analíticas e continentais das ciências sociais e do naturalismo em torno do problema da normatividade, à luz de textos representativos de Jürgen Habermas (Entre Naturalismo e Religião, esp. cap. 6), Jesse Prinz (The Emotional Construction of Morals) e Axel Honneth (Das Recht der Freiheit). Em particular, será investigada a articulação entre normatividade epistêmico-teórica e prático-moral e o problema do dualismo e monismo em filosofia da mente.

Desde Hume, costuma-se entender a normatividade como uma concepção prescritiva (em termos de "ought"), que não pode ser inferida a partir de premissas ou de constatações descritivas (sobre o que há ou o que é, "is"). Inicialmente desenvolvemos essa linha de pesquisa em função do problema ético da justificativa de proposições morais prescritivas (tanto em termos metaéticos quanto ético-substantivos e aplicados). As contribuições de Rawls e Habermas para as suas respectivas formulações do "equilíbrio reflexivo" e da "teoria do agir discursivo" para uma teoria da justiça e uma teoria do mundo da vida social balizaram as nossas pesquisas em filosofia social desde 1995. Uma conclusão provisória se identifica como uma versão do "construcionismo social mitigado", cujas premissas e teses provisórias podem ser elencadas de forma a elucidar um "perspectivismo pragmático-formal": anti-intuicionista, anti-realista, semântico-pragmático, contextualista. Cremos que, como mostraram Dewey, Rawls, Habermas e Honneth, o propósito maior da ética não é estabelecer princípios morais universais mas resolver problemas práticos, no sentido aristotélico de praxis e de práticas sociais intersubjetivas, culturais, interpessoais e institucionais –por exemplo, nas relações entre seres humanos em família, associações, organizações, sociedade e instituições sociais de uma maneira geral.

2.1. Justificativa:
Segundo Habermas, uma versão fraca ou mitigada de naturalismo seria a única viável de acordo com um perspectivismo pragmático-formal que viabilize um universalismo moral em resposta ao relativismo cultural, onde a religião e a moral podem ser compreendidas enquanto representação social coletiva de um desideratum normativo (de forma análoga a um certo relativismo moral). Neste caso, a religião e a moral se constituem em "exemplos de correlatos não-explicitados do mundo da vida, na medida em que mecanismos sutis de internalização, assimilação, sublimação, repressão, castração, domesticação, racionalização e auto-engano se justapõem e se complementam no complexo processo de reprodução social". Num certo sentido, somente uma concepção coerentista poderia dar conta de um sistema de crenças que se mantêm em equilíbrio reflexivo na própria busca de uma justificação epistêmico-normativa.

Propomo-nos a reexaminar problemas de normatividade e naturalismo na interface entre abordagens metaéticas e de filosofia da mente de forma a tornar relevante para uma releitura teórico-crítica da filosofia social (esp. em autores como Habermas e Honneth) abordagens da filosofia analítica, particularmente em epistemologia social e neurociências. Para tanto, servimo-nos da instigante contribuição de Jesse Prinz sobre o inatismo e a origem biológica das emoções e dos sentimentos morais. A nossa hipótese de trabalho é que o intuicionismo ético, assim como o realismo moral e o quaisquer versões de absolutismo ético, se mostra insustentável quando abandonamos uma abordagem meramente metaética e procuramos dar conta de todas as variáveis exigidas para uma reformulação satisfatória do problema da normatividade ético-moral, em particular na sua concepção de natureza humana e do problema do livre arbítrio ou da liberdade (compatibilismo versus determinismo). Somos obrigados a abandonar uma abordagem meramente metaética ou qualquer forma de solipsismo metodológico se queremos levar o problema ético-normativo a sério e evitarmos formas sutis de autismo acadêmico ou de patologias sociais. De resto, a liberdade pode ser entendida não apenas como uma ideia (no sentido kantiano ou hegeliano do termo) mas como uma experiência histórica social complexa, cuja negatividade e reflexividade teriam sido decerto exploradas por filósofos modernos e contemporâneos (de Hobbes a Habermas), mas cuja normatividade jurídico-política deve ser reconstruída a partir da gramática moral de nossas lutas pelo reconhecimento (Honneth). Num outro registro, Prinz parte de uma teoria empirista das emoções –inspirada no Tratado de Hume—para reconstruir o que seria uma teoria sentimentalista da moral: "Moral psychology entails facts about moral ontology, and a sentimental psychology can entail a subjectivist ontology."(p. 8) Assim como Habermas e Honneth, Prinz rejeita versões metafísicas, reducionistas e metodológicas do naturalismo forte para reabilitar um naturalismo de transformação (transformation naturalism, i.e. "a view about how we change our views") que pode ser sistematicamente revisado à luz de descobertas científicas e de resultados das ciências empíricas do comportamento, segundo um holismo quineano. Prinz chega, assim, a enunciar as 3 metas programáticas de sua pesquisa interdisciplinar:

"The first is to provide empirical support for a theory that was first developed from an armchair. The second is to add some details to Hume’s theory, including an account of the sentiments that undergird our moral judgments, and an account of the ontology that results from taking a sentimentalist view seriously. My third goal is to show that this approach leads to moral relativism. Hume resisted relativism, and I argue that he shouldn’t have. I also investigate the origin of our moral sentiments, and I suggest that Nietzsche’s genealogical approach to morality has much to contribute here. The resulting story is half Humean and half Nietzschean, but I take the Nietzschean part to fit naturally with the Humean part."( p. 176)

O convencionalismo parece, dessa forma, fadado a um relativismo moral que solapa a questão da força normativa de nosso agir e de nossa vida social. O problema da normatividade dentro de um programa naturalista de pesquisa social parece ser particularmente interessante e instrutivo quando é reformulado através de questões que lidam com a evolução social e histórica das sociedades e grupos sociais humanos, em contraste com a evolução propriamente biológica da espécie. De resto, permanece uma aporia inerente a toda contraposição entre natureza e cultura, inevitavelmente associada a dualismos entre sensível e inteligível, o empírico e o transcendental. Com efeito, ao buscar destranscendentalizar sua reconstrução do materialismo histórico, Habermas parece terminar abandonando um projeto de pesquisa promissor sobre a evolução social, o desenvolvimento societário e a dinâmica de processos históricos civilizatórios, após haver distinguido uma lógica de desenvolvimento moral independente, guiada por questões lingüísticas, semânticas e pragmáticas, em interação com atividades de produtividade inerentes à divisão social do trabalho. Esse projeto foi, todavia, retomado em escritos tardios e com a querela naturalista, em particular, em torno da questão da liberdade humana, podemos revisitá-lo de forma a reavaliar o problema da normatividade à luz de pesquisas em evolução sociocultural e memética. Esperamos esboçar e explorar tais linhas de pesquisa em um programa de pesquisa interdisciplinar de filosofia social, neurociências e filosofia da mente.

2.2. Metodologia:

Trata-se de um curso expositivo-participativo, no qual serão requeridas leituras semanais, apresentações orais e a participação do aluno nos debates e workshops.


2.3. Avaliação:

Freqüência obrigatória. Apresentação oral (pelo menos uma, em sala de aula). No final do semestre, entrega de um trabalho escrito (paper de 20 ou mais páginas; tópico e bibliografia a serem previamente discutidos com o professor).


2.4. CRONOGRAMA (2012/2)

13/08 : Introdução à Problemática "Normatividade, Teoria Crítica e Epistemologia Social"

20/08 : Simon Blackburn, Practical Tortoise Raising and other Philosophical Essays, chapters 3,4 & 5

27/08 : Habermas, Teoria do Agir Comunicativo, Vol. I, cap. III (Primeira consideração intermediária)

3/09: Estlund, Democratic Authority

17/9: Pettit, Rules, Reasons and Norms

24/9: Pettit, Rules, Reasons and Norms (2)

1/10: Felipe Karasek, Notas a respeito de naturalismo e normatividade em F. Nietzsche

8/10: Charles Borges, Deleuze, Ética e Direito

15/10: Não temos aula (Feriado dia 12)

22/10: Não temos aula (Anpof)

29/10: Fabricio Pontin (The Phenomenology Research Center, Southern Illinois University Carbondale),
"Liberalismo e a visão de lugar nenhum: As raízes econômicas da posição original de Rawls" - Auditório Pr. 5 (FFCH) 9:00 h

5/11: Leonardo; João Carlos

12/11:Ronaldo; Regiany

19/11: Jussara; Fernando

26/11:Rudinei; Diego

3/12: Márcio; Richer

2.5.1 Bibliografia Básica (2012/2):

Blackburn, Simon. 2010. Practical Tortoise Raising and other Philosophical Essays. Oxford University Press.
Blackburn, Simon. 1993. Essays In Quasi-Realism. New York: Oxford University Press.
Estlund, David. 2008. Democratic Authority: A Philosophical Framework. Princeton: Princeton University Press.
Goldman, Alvin and Dennis Whitcomb (editors). 2010. Social Epistemology: Essential Readings. Oxford University Press.
Goldman, Alvin. 1997. Knowledge in a Social World. Oxford University Press.
Habermas, Jürgen. 2012. Teoria do Agir Comunicativo. Trad. Paulo Soethe. São Paulo: Martins Fontes. [esp. Vol. I, cap. III: "Primeira consideração intermediária: Agir social, atividade teleológica e comunicação", p. 473-581].
Goldman, Alvin. 2002. Pathways to Knowledge: Private and Public. Oxford University Press.
Pettit, Philip. 2002. Rules, Reasons and Norms. Oxford: Oxford University Press.
Rawls, John. 1971. A Theory of Justice. Cambridge, Mass,: Harvard University Press.
Rawls, John. 1996. Political Liberalism, New York: Columbia University Press, revised edition.

2.5.2 Bibliografia Complementar (2012/2):

Anderson, Elizabeth. 1995. Knowledge, Human Interests, and Objectivity in Feminist Epistemology. Philosophical Topics 23: 27.58.
Anderson, Elizabeth. 2002. Situated Knowledge and the Interplay of Value Judgments and Evidence in Scientific Inquiry.In P. Gardenfors, J. Wolenski, and K. Kijania- Placek (eds.), In the Scope of Logic, Methodology and Philosophy of Science, vol. 2, pp. 497-517. Dordrecht: Kluwer.
Anderson, Elizabeth. 2006. The Epistemology of Democracy. Episteme 3(1.2): 8-22.
Buchanan, J. and Tullock, G. 1965. The Calculus of Consent: Logical Foundations of Constitutional Democracy, Ann Arbor, MI: University of Michigan Press.
Christiano, Thomas. 1996. The Rule of the Many: Fundamental Issues in Democratic Theory, Boulder, CO: Westview Press.
Dancy, Jonathan. 2000. Normativity. Malden, Mass.: Blackwell.
Estlund, David. 2002. “Beyond Fairness and Deliberation: The Epistemic Dimension of Democratic Authority,” in Philosophy and Democracy, ed. T. Christiano, Oxford: Oxford University Press.
Fishkin, James. 1991. Democracy and Deliberation: New Directions for Democratic Reform. New Haven, CT: Yale University Press.
Goodin, Robert. 2003. Reflective Democracy, Oxford: Oxford University Press.
Habermas, Jürgen. 2007. Entre Naturalismo e Religião. Estudos Filosóficos. Trad. Flavio Siebeneichler. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro.
Habermas, Jürgen. 1989. Consciência Moral e Agir Comunicativo. Rio de Janeiro: Trad. Guido de Almeida. Tempo Brasileiro [Frankfurt: Suhrkamp, 1983]
Habermas, Jürgen. 1990. Para a Reconstrução do Materialismo Histórico. Trad. de Carlos Nelson Coutinho. São Paulo: Brasiliense. [Frankfurt: Suhrkamp, 1976]
Honneth, Axel and Hans Joas, eds. 1988. Social Action and Human Nature. Cambridge: Cambridge University Press.
Kitcher, Philip. 1990. The Cognitive Division of Labor. Journal of Philosophy 87: 5-23.
List, Christian and Philip Pettit. 2011. Group Agency: The Possibility, Design, and Status of Corporate Agents. Oxford University Press.
Oliveira, Nythamar Fernandes de. On the Genealogy of Modernity: Foucault's Social Philosophy. Hauppauge, NY: Nova Science, 2012. Paperback edition. [2003]
Oliveira, Nythamar Fernandes de. "The Normative Claims of Brazil's Democratic Ethos: Bourdieu's Habitus, Critical Theory, and Social Philosophy". Civitas Vol. 12, No 1 (2012). p. 70-87.
Oliveira, Nythamar Fernandes de. "Heidegger, Reification and Formal Indication". Comparative and Continental Philosophy Vol 4, No 1 (2012): 46-65.
Olson, Kevin. 2006. Reflexive Democracy: Political Equality and the Welfare State, Cambridge, Mass.: MIT Press.
Parfit, Derek. 2011. On What Matters, vols. I and II. Oxford University Press.
Searle, John. 1995. The Construction of Social Reality. New York: Free Press.

2.5.3 Bibliografia Complementar (2012/1):

Paulo C. Abrantes, "A Esfera do Mental: Filosofia, Ciência e Senso Comum" (pre-print)

Kenneth Baynes, The Normative Grounds of Social Criticism: Kant, Rawls and Habermas, Albany, Suny Press, 1992.

Roy Bhaskar, The Possibility of Naturalism: A Philosophical Critique of the Contemporary Human Sciences. New York: Routledge, 1998.

Robert Brandom, Making It Explicit. Cambridge: Harvard University Press, 1994.

Jonathan Dancy, Normativity. Malden, Mass.: Blackwell, 2000.

Kathrin Glüer & Asa Wikforss, "The Normativity of Meaning and Content" (Stanford Encyclopedia)

Alvin Goldman, Simulating Minds: The Philosophy, Psychology, and Neuroscience of Mindreading. Oxford: Oxford University Press, 2006.

Jürgen Habermas, Entre Naturalismo e Religião. Estudos Filosóficos. Trad. Flavio Siebeneichler. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2007.

Jürgen Habermas, Zur Rekonstruktion des Historischen Materialismus. Frankfurt am Main: Suhrkamp, 1976.

Jürgen Habermas, Communication and the Evolution of Society, trad. T. McCarthy. Boston: Beacon, 1979.

Jürgen Habermas, The Theory of Communicative Action. Vols. 1 and 2. Trans. Thomas McCarthy. Boston: Beacon Press, 1984; 1987.

Jürgen Habermas, Truth and Justification. Trans.B. Fultner. Cambridge, Mass: MIT Press, 2003.

Pablo Holmes, "Reconhecimento e normatividade: a transformação hermenêutica da teoria crítica"

Axel Honneth and Hans Joas, eds. Social Action and Human Nature. Cambridge: Cambridge University Press, 1988.

Axel Honneth, Das Recht der Freiheit. Suhrkamp, 2011.

David Hume, Tratado da Natureza Humana. Tradução de Déborah Danowski. São Paulo: Editora UNESP, 2001.(edição brasileira); Tradução de Serafim da Silva Fontes. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002.(edição portuguesa); A Treatise of Human Nature (original version, 1739-40)

Christine Korsgaard, "The Sources of Normativity" (Tanner Lectures on Human Values, 1992)

Daniel Mügge, "Just finance? Amartya Sen's The Idea of Justice and financial regulation"

Shaun Nichols and Ron Mallon, "Moral dilemmas and moral rules," Cognition xx (2005): 1–13.

Nythamar de Oliveira, "Habemus Habermas: O universalismo ético entre o naturalismo e a religião", ethic@ 8/1 (2009): 31-50.

Nythamar de Oliveira, "Gadamer, a hermenêutica e a crítica ao naturalismo: Antirrealismo moral e construcionismo social," in Ernildo Stein e Lenio Streck (orgs), Hermenêutica e Epistemologia. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2011.

Nythamar de Oliveira, "Teoria Ideal e Teoria Não-Ideal: Rawls entre Platão e Kant", in Ética e Justiça, org. Ricardo di Napoli et al. Santa Maria: Editora da UFSM, 2003. p. 95-116.

Nythamar de Oliveira, "Mundo da Vida e Forma de Vida: A Apropriação Habermasiana de Husserl e Wittgenstein," Veritas 44/1 (1999): 133-146.

Nythamar de Oliveira, "Significado e Skepsis nas Investigações de Wittgenstein". Veritas 41/161 (1996): 65-74.

David S. Owen, Between Reason and History: Habermas and the idea of progress. Albany, NY: State University of New York Press, 2002.

David Papineau, "Naturalism" (Stanford Encyclopedia)

Derek Parfit, On What Matters, vols. I and II. Oxford University Press, 2011.

Jesse Prinz, The Emotional Construction of Morals. Oxford University Press, 2004.

Jesse Prinz, Furnishing the Mind: Concepts and Their Perceptual Basis. MIT Press, 2002.

Jesse Prinz, Gut Reactions: A Perceptual Theory of Emotion. OUP, 2004.

Jesse Prinz, "Is Morality Innate?," in W. Sinnott-Armstrong (ed.), Moral Psychology. Oxford University Press, 2011.

Jesse Prinz, Beyond Human Nature: How Culture and Experience Shape Our Lives. London: Penguin; New York: Norton, 2012.

Peter Schaber (ed.), Normativity and Naturalism. Heusenstamm: Ontos Verlag, 2004.

John Searle, Mente, linguagem e sociedade. Rio de Janeiro: Rocco, 2000.

Amartya Sen, "Normative Evalutation and Legal Analogues"

Stephen P. Turner, Explaining the Normative. Polity, 2010.

Stephen P. Turner and Philip Roth (eds.), Blackwell Guide to the Philosophy of the Social Sciences. Blackwell, 2002.

Enrique Villanueva, Naturalism and Normativity. Califórnia: Ridgeview, 1993.

Wiki on Normative Economics

Research Conference on Social Epistemology 22-24 May PUCRS

 

Links Relacionados:

Instituto do Cérebro : InsCer

Brain and Creativity Institute (USC)

Filosofia Experimental

Instituto D'Or

Simon Blackburn's Web Page (University of Cambridge / UNC-Chapel Hill)

YouTube: Neuroscience of Emotions

Jesse Prinz's lecture about morality

Jesse Prinz, "Waiting for the Self"

Jesse J. Prinz on The Limits of Consciousness at the New York Psychoanalytic Society and Institute

J.J. Prinz's Experimental Philosophy

David Chalmers, Science of Consciousness

Conferencia de Jesse Prinz, PUC-Peru: "Emociones y moral"

YouTube: Robert Brandom on pragmatism and language (Part 1)

Robert Brandom on pragmatism and language (Part 2)

Human Ancestry Made Easy

The Evolution of Homo Sapiens

Philosophy and Cognitive Science (Jesse Prinz)

PowerPoint: Steve Levinson, "Disconnect between Intention and Action"

PowerPoint: "Philosophy of emotions"

Luis Rosa, "A question on justification and normativity"

Ernest Sosa, "Epistemic Normativity"

Philosophy of Mind Biblio

Prof. João Teixeira: Site "Filosofia da Mente no Brasil"

Distropia: Blog de Filosofia"

YouTube: Jesse Prinz, "Is this a good moment for ethics?"

Wall Street Journal: How the Brain's Wiring Works

YouTube: Prinz on Morality

IEP Theories of emotion

IEP on Concepts

Jesse Prinz's CUNY Page

Shaun Gallagher's Home Page

Shaun Gallagher, "Moral Agency, Self-Consciousness, and Practical Wisdom"

Shaun Gallagher, "Strong interaction and self-agency." Humana-Mente: Journal of Philosophical Studies 15 (2011): 55-76

Shaun Gallagher, Neurophilosophy and neurophenomenology

Alvin Goldman at the Collège de France (March 2012): "Institutional social epistemology"

Alvin Goldman, "Why Social Epistemology Is Real Epistemology"

meta-metaphysics Chalmers et al.

Edouard Machery (University of Pittsburgh) on "Did Morality Really Evolve?"

Philosophy TV: Edouard Machery and Jesse Prinz on concepts, philosophy and psychology

The trolley problem

Daniel Dennett: Freedom evolves

Connectome

The Free Dictionary

Volume sobre pesquisas interdisiciplinares (cf. artigo de Almeida)

Brain Institute at PUCRS (Instituto do Cerebro)

David Hume Home Page

David Hume Philosophy Pages

SparkNotes: Hume

SparkNotes: Hume's Treatise: Of Morals

"Applied Ethics" Website

Hume Seminar (undergraduate)

Website Epistemologia Moral

Website do Prof. Jesse Prinz

Ficheiro "Tratado"

Wiki on the Treatise

"Treatise" e-book (in English)

YouTube: Cesar Kiraly sobre o Tratado da Natureza Humana (Livro I) de David Hume

Nythamar de Oliveira, Habermas e o Naturalismo

Wikipedia on Cognitive Science

Wikipedia sobre Ciência Cognitiva

YouTube: Daniel Dennett, Consciousness and Free Will

YouTube: António Damásio, Neurociências

YouTube: António Damásio, What role do emotions play in consciousness?

YouTube: António Damásio, The quest to understand consciousness

YouTube: Facundo Manes & Ivan Izquierdo, Los Enigmas del Cerebro –Memoria (Parte 1)

Website Ética Geral

Website Habermas

J.S. Mill, "What Utilitarianism is"

J.S. Mill, Utilitarismo

A Filosofia Moral de Immanuel Kant

Filosofia Latino-Americana

Website do Prof. Nythamar

Dr Miguel Nicolelis: Brain Control Brain (YouTube)

Website Filosofia Moderna Fafimc

Hobbes e o contratualismo

Tractatus ethico-politicus

World Social Forum

Adital: Noticias de América Latina y Caribe

The Internet Encyclopedia of Philosophy: Ethics

Stanford Encyclopedia of Philosophy: Affirmative Action

"Work in Progress": Breves Observações sobre Normatividade e Naturalismo

Congresso da Sociedade Brasileira de Filosofia Analítica, Fortaleza

S. Choudhury, S. Nagel and J. Slaby, "Critical Neuroscience: Linking Neuroscience and Society through Critical Practice"

PHIL 3750 Social and Political Philosophy

REL 1220-011 WORLD RELIGIONS and GLOBALIZATION

Critical Theory Seminar: Habermas and Honneth

Liberation Seminar: Latin American Theology and Political Philosophy

In God's Name: Reformed, Catholic, Jewish

Mini-Curso "Habermas, Naturalismo, Normatividade e Filosofia Social" PPG-Filosofia UFC, Fortaleza, 31/5-1/6/2012

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